quinta-feira, janeiro 19, 2006

azul



O silêncio invade o meu corpo
A chuva com o seu toque intenso
Percorre-me…
Sinto-a como se de uma delicada mão
Se tratasse.
Mas não, ela caía em mim e de mim se despia
Peça por peça, molécula por molécula,
Átomo por átomo.
Afinal as gotas também choram
Exaustas regeneram-se no ciclo de ti
MAR.

3 Comments:

Blogger BoiledWater said...

Já te disse que escreves muito bem? É que as éfemeras palavras que poderiam comentar os teus trabalhos são demasiado efémeras para serem sequer escritas aqui... Só me apetece dizer que está muito bom.. mas não queria repetir-me... também não queria ficar sem comentar...

2:02 da manhã  
Blogger Å®t_Øf_£övë said...

Imensa,
Muito bonitas estas tuas palavras.
Bom fds.
Bjs.

11:30 da tarde  
Blogger Pharaoh said...

é bem verdade, realmente as gotas também choram e em nós se despem,,, mas quantos de nós assim as sentem,,, assim pedaços intensos sentimentos de nós, que escorrem como lágrimas no rosto dos nossos corpos e que alimentam e regeneram em cor os lábios do nosso próprio mar,,, pois, porque as gotas de chuva não são as dos outros, são as nossas, porque é de nós que elas nos saem do olhar,,, realmente muito bonito e profundo o que escreves-te, gostei muito

beijinhos e um td de bem para ti

3:36 da manhã  

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